sexta-feira, julho 08, 2005
das duas, uma:
ou a gota no vidro é uma contravenção poética,
ou não é absolutamente nada.
(fico de molho, penduro os pezinhos no varal, horas morcegando. depois dou o leite de Norma, olho pra ela implorando carinho. leio Mansfield, coisinhas de kezia, que é a minha preferida. espero a fome, como feito uma vaca gorda: granola e mel. ou nem como. tenho muito sono e um ar borocochô dos diabos. hoje eu vi uma sombra na cozinha e pensei nas minhas confabulações espirituais, ri do jeito que torci os olhos, ri da minha pele e da unha encravada. Alguem soltou os cachorros como no conto de Caio Fernando. Tremi toda e quebrei a xicara)
ou a gota no vidro é uma contravenção poética,
ou não é absolutamente nada.
(fico de molho, penduro os pezinhos no varal, horas morcegando. depois dou o leite de Norma, olho pra ela implorando carinho. leio Mansfield, coisinhas de kezia, que é a minha preferida. espero a fome, como feito uma vaca gorda: granola e mel. ou nem como. tenho muito sono e um ar borocochô dos diabos. hoje eu vi uma sombra na cozinha e pensei nas minhas confabulações espirituais, ri do jeito que torci os olhos, ri da minha pele e da unha encravada. Alguem soltou os cachorros como no conto de Caio Fernando. Tremi toda e quebrei a xicara)